quarta-feira, abril 25, 2007
sexta-feira, abril 20, 2007
cachorro também é gente
Minha cachorrinha, que nem é tão cachorrinha assim mais, é uma graça.
Outro dia eu estava a ir por alguma ração para ela.
Ela, ao me ver, saiu correndo pelo mato do quintal e eu fiquei sem entender.
Mas esperei que voltasse para fazê-la o último carinho.
Então vem correndo toda desajeitada meio de banda com uma meia maçã na boca.
Coloca as patinhas encima do portão com a fruta na boca me mostrando aquilo.
Aquela fruta que tinha ganhado mais cedo para se deliciar.
Áh, ela adora frutas!!
E veio me mostrar aquela tamanha preciosidade do dia.
Eu quase morri de tanto orgulho, como uma mãe morre quando o filho dá o primeiro passo.
Era tão linda a cena e eu adorei aquilo.
Fiz muito carinho nela e depois ela foi dormir tranquila.
Minha cachorrinha é tão linda...
Ai ai...
de Mariana Lima - 06:58 1 disses
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domingo, abril 15, 2007
violins - ' why? '
... até certo ponto um pouco de beck, ou jeff buckley? ...
áh vai! A n d r e w B i r d ! !
de Mariana Lima - 10:59 1 disses
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quarta-feira, abril 11, 2007
minha personalidade?
de Mariana Lima - 10:14 2 disses
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quarta-feira, abril 04, 2007
mania de escritora
Uma vez fui escrever um texto prum concurso desses que tem por aí. Uma das premissas era de que o texto teria de ter dez páginas. Minha vida de escritora era tão curta e relapsa que o desafio foi muito grande. Tudo bem, eu não sabia disso e mesmo assim assentei-me em frente à tela e usei toda minha criatividade para discorrer sobre o assunto, que diga-se de passagem não fui eu quem o escolheu, claro, era um concurso. Como mal consegui preencher as dez folhas foi daí que me veio a idéia de que eu nunca conseguiria escrever um romance. De que só sirvo para escrever pequeninos contos, e nada mais. Ainda penso assim, mas talvez seja mais pelo fato de que não tenho muita paciência de ficar parada em frente à maquina simplesmente escrevendo.
Sabe, sempre escrevi quando me dava vontade, sem aquela obrigação [seja qual for...]. Escrevia simplesmente para me esvaziar, colocar coisas no papel tais que não saía falando por aí, coisas que não teria com quem falar. Escrevia poemas depressivos demais para conseguir ler depois. Contos estranhos como filmes do Tarantino. Escrevia, escrevia, sozinha no meu canto, fosse na sala de aula, fosse no meu quarto em casa. Uma caneta tinteiro preta que sempre entupia, um papel, fosse qual fosse. Escrevia assim e minha adolescência esvaia-se junto com a tinta preta. O bom, ou menos ruim, é que esse meu estilo foi por um tempo curto. Com quatorze anos a gente é meio boba demais sabe.
Então permeei-me no mundo virtual com um blog. Fui abandonando a caneta, mesmo por que ela não desentupia mais e não tinha mais a vontade de me recolher aos cantos para ficar escrevendo pensamentos depressivos. Descobri outras coisas, assim como a poesia inventiva. Como eu nunca consegui entender as vertentes literárias, inventei meu estilo de escrever, tal que deve se encaixar logicamente em algum estilo, mas que eu nunca me dei o trabalho de descobrir ou limitar-me a este. Afinal, como uma forma de arte se limita em estilos? Digo, a arte é libertadora ou não? Ou escrever literatura não é arte? É como na música, aquele que se limita a um estilo só musical é besta, por que é justamente limitado demais para criar coisas novas. Artista que é artista não se limita, ora. Ele pode sim ser classificado dentro de um estilo, mas isso só depois de todas as obras feitas e avaliadas. Creio que ele não se preocupa com isso ao fazer, creio que nem se preocupe com isso nunca. Quem tem esse encargo são aqueles coitados dos críticos de arte.
Não tenho qualquer pretensão em me determinar como escritora. Estudo jornalismo e isso é o bastante para me fomentar a escrever e enfim escrevinhar. Tudo bem que nessa função a gente escreve muita coisa que não quer. Sobre assuntos que não nos interessamos e que não vemos quem se interesse por isso, mas continuamos ali, escrevendo. Pelo menos como desafio próprio, do tipo 'meu deus, será que vou conseguir fazer um texto bom com esse tema tão ruim?'. Entretanto me limitar somente a este tipo de fomento é um tanto castrante. Prefiro continuar a escrever sobre frivolidades e importâncias minhas. Assim pelo menos nunca vou me render somente ao factual jornalístico. Tenho imaginação também...
Enfim, não sou escritora, mas escrevo. E isso será o suficiente? Por enquanto... E só escrevi isso tudo por causa de um texto do Steve Martin que li no site da revista Piauí. ... aiai...
de Mariana Lima - 10:15 2 disses
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sábado, março 31, 2007
Logo, cloncluo:
Indo mais além, dentro de casa e nas conversas com amigos o trabalho não sái de pauta. Até quando reclama a culpa é do excesso da labuta. Viver e trabalhar. Viver para trabalhar... Trabalhar pra viver não é mais o interesse primitivo. Comprar o carro mais bacana, a roupa mais legal, o tênis que absorva mais impacto (e mesmo que não precise!), a bolsa da estação, o celular mais evoluído tecnológicamente, etc, etc... e não acaba mais. Compra-se do trabalho... trabalha-se para comprar.
Conclusão 2.0: Talvez por eu ser um ser pobre e não pertencer à classe assalariada (ou seja, não esperar o dinheiro no fim de todo mês... logo, não saber se vou ter... nunca saber!) tenho essas idéias. Entretanto não restritas a mim e/ou àqueles de mesma condição vivente.
Conclusão 2.1: Dou mais valor às relações inter-pessoais do que às estritamente inter-profissionais. Logo, quem trabalha comigo tem ao menos um nível sutil de pessoalidade com minha passoa. E somente àqueles que não combino (coisa de energia e empatia, sabe) mantenho-me restrita à profissionalidade.
Conclusão 2.2: O ser humano antes de ser trabalhador é e sempre será um ser humano. É isso.
de Mariana Lima - 15:15 1 disses
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terça-feira, março 27, 2007
humor meio reverso
que ri de se ver cair
mas inevitável o riso
de Mariana Lima - 07:04 0 disses
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domingo, março 25, 2007
rebate-deira
Meu espanhol é meio deficiente [mal compreendi seu último post] , mas rebatendo o teu comentário:
Sem desvalidar suas palavras, mas andar um caminho só acho que a gente sempre anda, pois num tem jeito de andar vários caminhos juntos. Digo, fazemos escolhas tais que resultam num caminho só, e sim, muitas vezes não é o caminho que mais nos agrada daí fazemos outras escolhas e mudamos a rota, a direção. Entretanto o caminho é um e pronto. E essas direções é que temos de tentar, não é? Sempre mudando. Porém, creio que alguém em algum lugar numa época qualquer já conseguiu tomar um rumo sem mudar a rota nunca... quanta segurança! E esse talvez tenha encontrado aquele que ele sabe bem que é.
É isso que eu queria pra mim
saber do início ao fim.
Sem pestanejar, lamentar
sofrer ou especular.
Ter certeza e só acertar.
Não errar nunca
e só curtir...
Mas sabe-se, a felicidade não é normal, e nem a certeza!
No final acho que falamos as mesmas coisas... Podemos dar um dãr pra mim ou continuarmos os devaneios... rs
de Mariana Lima - 19:50 1 disses
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quinta-feira, março 22, 2007
fundo de cá
pois é
nem sei
o sentimento é meio vago
nem sei se é amor
mal correspondido
tamanha a vontade de amar...
pois é
nem sei
pressentimento meio vago
mal sei se é solidão
e não ter ninguém
tamanha a vontade de me juntar
ái meu caso esse!
marasmo esse meu...
e mesmo com tudo a fazer
e todos envolta
"eu preciso andar um caminho só
vou buscar alguém que eu nem sei quem sou"
e apesar de minha alma estar cinza
e apesar de mesmo sem eu querer
coloro pra não parecer
que estou amarga preto e branco
de Mariana Lima - 21:03 2 disses
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segunda-feira, março 12, 2007
tempo
Tempo rei, ó, tempo rei, ó, tempo rei
Transformai as velhas formas do viver
Ensinai-me, ó, pai, o que eu ainda não sei
Mãe Senhora do Perpétuo, socorrei
Apesar de tudo e de todas as coisas [ai, adoro essa frase...he]...
não, não é por aí que eu ia começar...
Apesar de todas as aflições [melhorou...]
ái essa nova vida...
O tempo que me falta
e o amor que tirou férias.
O dinheiro que me tarda
e a conta que emagrece.
Ao menos,
e apesar de todas as outras coisas [hehe],
ô coisa boa:
a arte continua correndo nas veias
e o bom é que corre ligeiro.
de Mariana Lima - 10:00 2 disses
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sábado, fevereiro 17, 2007
batuques . sala escura
Barbatuques

Pecados Íntimos

de Mariana Lima - 22:17 3 disses
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segunda-feira, fevereiro 12, 2007
choro ouvindo radiohead.
choro lendo as confissões sensatas e sinceras.
o amor não é pra qualquer um.
tem de ser forte.
inda mais quando se realmente ama.
mesmo que o outro mal acredite.
mesmo que não se demonstre.
o amor tá ali e sobrevive.
mal sobrevive.
sendo feliz ou triste.
mas sobrevive.
como eu te amo.
a ponto de querer me desfazer dessa escolha
e voltar às angustias normais
só pra ter certeza de que te terei algum dia.
mas eu te quero agora
o que não tenho,
o que já me faz perdedora de ti.
te perdi e nem percebi.
mais uma ilusão...
agora só quero os pingos nos ís
e um pouco de alívio na angústia.
sei que me ama
e é isso que acaba comigo.
seria muito mais fácil te odiar,
mas não consigo.
simplesmente não cabe em mim.
seria mais fácil te perdoar,
e aceitar mais do que não quero.
mas não posso, não dá.
te amo muito, mas também tenho que amar a mim.
adeus.
Airbag . Paranoid Android . Let Down Radiohead
de Mariana Lima - 09:18 2 disses
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sexta-feira, fevereiro 09, 2007
. escolhas . antagônico . porta e janela .
sentir uma sensação de completa relutância
há de ser normal em alguns casos.
ái, meu caso: i n d e c i s ã o . relutância . certo medo .
ô futuro incerto, todo doido
me abre tanta porta e janela
e com a cabeça e
os olhos só na fresta
penso cá e sonho
quando e como
passar pelo marco da porta
de barco ou motoca?
coisa difícil de se fazer
escolher entre coisas tão diferentes.
ao menos se fossem mais iguais
aí era só escolher e pronto, cabô!
*escuchandoKriptonitaLudov
de Mariana Lima - 18:46 0 disses
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terça-feira, fevereiro 06, 2007
atividades - propaganda?
Para os televisivos, o Fofoca Erudita, meu conjunto artístico, aparecerá no programa infantil TVX, exibido pela TV Horizonte, de BH. No programa fizemos uma participação num quadro chamado 'sons do corpo', em que cantamos e tocamos usando sons do corpo.
A verdade é que o Fofoca não é infantil, mas tem sua pequena faceta Fofoquinha, quando canções de ninar, de roda e loucuras infantis nos baixam de surpresa, daí.... Nada demais...
Bom, o programa vai ao ar de segunda a sexta das 14:30 às 16:00. Amanhã, dia 7 de fevereiro, uma primeira aparição cantando com algumas crianças e os apresentadores do programa.
A TV Horizonte pega nos canais 19 (UHF), 22 (NET) e 24(WAY TV).
de Mariana Lima - 22:25 0 disses
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