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sábado, dezembro 27, 2008

questões de pequeno ou grande porte

Estou achando isso tudo um pouco muito chato... ou triste. E na verdade nem sei se alguém vem até aqui e lê alguma coisa de fato... (?)

Nos últimos meses investi muito em tornar esse espaço numa coisa respeitável, mas acho que não tive muito êxito. De que adianta se ninguém vem até aqui? Aliás, até cadastrei naqueles sites que abrigam milhões de blogs, mas minha paciência é restrita no que diz respeito a explorar esses serviços.

Também ando me sentindo um tanto triste e impaciente comigo mesma. Tenho muitas coisas a serem feitas mas não tenho saco para fazê-las. Acho que sempre fico meio assim no final do ano. É como se num tivesse jeito de melhorar as coisas que fiz durante o ano, por que ele simplesmente está acabando.

E também tem essas festas e todas as pessoas gastando todas suas economias para presentear outras que nem se sabe se vão valorizar o presente. Aff... Tem também os compromissos de família. Obrigatórios...

Tem as festas que você ouve de longe e que sempre parecem mais animadas e mais interessantes que a sua. Isso se você estiver ou tiver um... Tem a chuva e um clima chato pra cacete.

Aí você vê um filme... fica andando de meias dentro de casa... lê um livro inteiro... Come muuuito chocolate, panetone, chocotone, pernil, lombo, peru... etc. Ou seja, você engorda! E isso é deprimente... rs... mas é gostoso, rs.

Então se lembra que se tivesse alguém realmente importante e amável, e amada e que te amasse por perto, poderia compartilhar essas sensações... ou com o furor do amor não senti-las.

Mas como estou só, não espero sentir nada além desse gosto de tédio. E já começar a marcar os compromissos para janeiro... Que, querendo ou não, promete boas coisas já de começo (mesmo que isso seja só ilusão). Veremos.

quarta-feira, dezembro 03, 2008

outra divisa

Talvez pelo certo cansaço, talvez pelo tédio que anda acontecendo. Um vazio esgotante enche as horas e é como se passassem em branco. Um branco pastoso, denso e impenetrável. Será o vento de chuva? Será as últimas notas da canção na cabeça? Será mesmo só a sensação de uma nova divisa em nada e tudo é. Um vale, uma cerca









viva, um buraco no chão que deixa bem claro os esforços para ultrapassa-lo. O fim de mais um estágio e o presságio de um novo. Uma nova rotina, novas prioridades, novo prisma. E isso por que começa uma nova fase e continua uma velha que por mágica são separadas e unidas como nunca. Mais uma divisa e a dificil parte












de assimila-la e adptar a ela. Até que passe e venham novas renovadoras...


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sexta-feira, abril 11, 2008

coisas

Eu ia fazer uma crítica sobre um filme que vi há um tempo e que achei muito, muito bonito mesmo. Aliás, acho que agora estou enrolando, por que antes era um processo de digestão, e agora já está digerido, rs. Mas, mesmo assim, sinto em dizer que não estou no clima neste momento. Para isso, teria de estar pelo menos ouvindo a bela trilha sonora de Eddie Vedder. E estou ouvindo o álbum Eco do Drexler e logo colocarei minha coletânea da Julieta Venegas. Completamente diferente, né?! Entretanto não precisa ficar triste, não. E nessa altura do campeonato deve até fazer uma idéia de que filme estou falando, não? Hum... não? Ok, eu conto.

Estou me referindo ao magnífico Into The Wild, ou em português, Natureza Selvagem. O filme é tão bom que nem mudaram a idéia do título original. A película ainda não foi lançada nos cinemas daqui, não que eu tenha ouvido falar. Tive a oportunidade de assisti-lo, digamos, de forma não oficial. Mas, chega. Isso tudo fica pra depois, se não falarei tudo que estou com preguiça de formular e vai ficar uma bosta...

Somente gostaria de compartilhar umas intimidades profissionais. Faço estágio toda tarde na Agência de Produção Jornalística da minha faculdade, e trabalho usando a todo momento o sistema da faculdade e a Internet. E num é que ontem, no dia de fechamento da revista na qual sou colaboradora, a energia simplesmente acaba?! Pois é. Sem Internet, sem sistema, sem luz, sem nada. Não houve como fazer nada!! Ficamos, eu e minha companheira, de acabar e mandar os textos hoje de manhã. Acabamos perdendo aula e eu perdi o maior bafafá do semestre! Uma 'coletiva' com o apresentador do programa televisivo Minas Urgente, da Rede Band Minas, Ricardo Sapia. Conhece o programa do Datena? Pois é, igual, mas o seu apresentador não tem escrúpulos de dizer suas absurdas opiniões a respeito de ética, que era o tema da conversa. E desviando a todo momento o foco do assunto para emitir (novamente) opiniões absurdas sobre a homossexualidade (colocou até as costelas de Adão em questão). Além de ter coragem de falar que fez faculdade de jornalismo para aprender a ler e escrever. Perdi e só sei disso tudo pelo que me disseram meus colegas.
Pois é queridos! Que coisa, não? Mas as matérias ficaram muito boas, depois coloco uma dela aqui. É sobre a Sociedade Independente da Música (SIM) e sobre seus detalhes.

quarta-feira, fevereiro 27, 2008

Aaaaaaaaahhhh

Eu queria escrever um texto longo, cheio de informações e curiosidades. Mas, minha cabeça não me deixa pensar ou concentrar. Estou muito cansada e minha cabeça dói. Um mal estar de quem não dorme as horas suficientes e está se exigindo mais do que pode dar. Ou isso tudo é a tal época que chega de mansinho todo mês de 28 dias. Não sei, só penso em férias e descanso, só.

Gostaria de contar sobre assuntos que ando pensando ultimamente, mas nem sei se serei coerente com as ideias. Talvez preciso de mais tempo pra pensar, e isso faço bastante dentro dos ônibus diários.

Pra piorar as coisas, nas ultimas duas noites tenho acordado às 3 da madrugada pensando já ser a hora de levantar. Completamente despertada, olho o relógio e vejo que tenho lá ainda umas poucas horas. Mas então, pra levantar é um custo danado.



Além disso acho que estou resfriando. É, resfriando em pleno verão. Pois esse estágio, onde me encontro agora, é imerso num ar polar de sabe lá quantos graus negativos e nocivos às gargantas. Quando saio daqui sempre os choques térmicos. Inclusive deve ser uma das causas do meu excessivo cansaço.

Enfim, não estou morrendo, mas estou muito cansada. Pensando em viagens, férias e na minha confortável cama. Em ir ao cinema pra relaxar e com as músicas de trabalho insistentemente na cabeça. Quase num colapso... Aaahhhhhhh...

- > ps: foto do banco de imagens do Google.

quarta-feira, fevereiro 13, 2008

carta ao leitor


Acho que queria escrever mais um daqueles diálogos, mas acho que uma conversa assim seria melhor. O natural era eu me descrever sentimentalmente com um poema ou um conto bem simples, mas nem sei se o que sinto merece ser dito. É um misto de marasmo e superlotação. Me pego falando muito rápido quase sem conseguir pronunciar as palavras corretamente. Um sono tremendo por causa de noites pouco dormidas e os ombros rijos pela tensão que nem sei bem certo de onde vem. Isso é pouco ou normal, não sei, mas parece ser um começo de algo muito maior...

Pareço estar, assim me sinto, no portal de uma caminhada íngreme no meio do mato fechado, andando sobre pedras irregulares, carregando uma mochila um pouco pesada. E, apesar de já cansada, minha mente pede mais, pede muito mais. Leio o que posso, passo tardes descobrindo e redescobrindo coisas. É como se estivesse prestes a fazer uma grande descoberta. Como se idéias luminosas fossem me aparecer na frente a qualquer momento. Ô frio na barriga e um excitamento entusiástico. Nossa, nem sei. (...)

E aqui parece estar meio sem graça não é?! Está sem fotos, sem coloridos, e isso não cativa muito, texto demais. Assim que puder colorirei todos os posts que estiverem sem fotos ou desenho. Prometo tornar a leitura mais prazerosa, rs. Ou dar uma mudadinha no template, só pra variar, o que acham? (...)

Bom, agora me despeço. Muito bom conversar com vocês. Agora me sinto melhor, rs. Beijos, Eu.

(se pudesse ter sido manuscrita, teria sido)


-> p.s.: coloquei fotos em quase tudo, e escrevi nota lá em cima por causa disso.
p.s.2: A foto deste post retirei do site da revista Sagarana.

quarta-feira, outubro 24, 2007

crônica 'natureza morta'

Me sento num lugar privilegiado, então posso ver a maioria das pessoas que passam. Um cara gordo com uma expressão não muito animadora está sentado sozinho numa mesa redonda tomando um chopp. Sua figura é tão solitária que chego a pensar se ele está tão igual a mim observando os outros ou está mesmo pensando na vida, ou não tem o que fazer, ou sei lá. É alto e o rosto esta num aspecto de muito cansado, seus movimentos são lentos e contemplativos. Chego a ter um pouco de medo a respeito do que pensa, pra onde olha e pra quem dirige este olhar. O que faz ali naquele horário que não está trabalhando ou mesmo almoçando. Eu estou almoçando. Como muito tranquila sozinha no meu canto, assim como a maioria ali, apressados, calmos, de todos os jeitos. Mas esse homem bebe um copo de 500 ml de chopp sozinho, ao meio dia, numa terça-feira, num shopping relativamente movimentado. O que o traz aqui? Por que está sozinho? É aposentado? Está de folga? Sofre de alguma doença respiratória ou cardíaca? Por que me chama a atenção?? Por que quando olho pra ele chego até a pensar se é feliz ou não? Parece um homem frustrado em todos os âmbitos da vida, amorosamente, no trabalho e no futebol. É gordo, deve ter uns 50 anos e relaxado. Roupas de classe média mediana. Os hábitos não posso avaliar, se fica ali assentado o tempo todo. Mas o que passa por aquela cabeça? No que pensa? Por que, ãh?

quarta-feira, setembro 26, 2007

o que acontece no mundo

E eu aqui preocupada com meu fiozinho... hoje me balancei outra vez, perdendo o fio. Juro, devo estar em crise! Não sei o que quero, não sei direito pronde to indo, o que vou me tornar. É, tornar, por que a sensação é de que estou me preparando para uma grande transformação. E sei que as coisas não são assim, tudo é um processo na vida e nós somos invariavelmente metamorfoses ambulantes. Mas quando achei que pelo menos tinha achado uma vertente isso é posto em dúvida. Áhhh, vontade de num ter de viver em sociedade e suas regras comportamentais e etc.. aff... E eu aqui pensando todas minhas abobrinhas e o mundo fervendo lá fora.

Algumas ossadas de pré-adolescentes achadas por aí em matas. Em Betim um caso que acompanhei desde o inicio. Na Inglaterra pais são suspeitos por morte de filha. No Rio, muito mais recente, crueldade sem explicação. Sabe lá em quantos lugares e quantas crianças fazem parte de histórias similares... Isso me arrepia profundamente, da cabeça aos pés.

Aulas fora de classe. Nenhuma vontade de ir. Nenhum tesão pelo assunto ou o processo pelo qual vamos trabalha-lo. Teorias embananantes, mas super interessantes.

Muito sono. Coisas acumuladas. Desejos não saciados. Vontede de ir, vir, voltar... calma...

--

Mundo suspenção
Suspiro pra freiar
forte ímpeto de correr
como doida pra me safar
satisfazendo o desejo quieto
quase adormecido dentro do eu
exatamente por que
quero mas não posso
poder não nada fazer.
Suspiro pra esquecer
este mundo de doer
deitado sobre a cinza
carbonizada de um futuro
fraturado, impassível
inócuo mas certo
compacto e próximo.
Suspenso-me pra poder
parar e observar
oculta quem se aproxima
apropriadamente sorrateira
sorrindo e rindo baixo
barrando minha percepção
pra poder me pegar.
Suspensa me resguardo
respirando fundo
ficando quieta
quase um túmulo.
Espero o tempo e
ela vai por enquanto
embora bem sei
sempre volta,
vem um dia pra ficar.

domingo, setembro 16, 2007

you need it, do it.

"É preciso dar vazão aos sentimentos", eu gosto dessa frase... rs

terça-feira, setembro 11, 2007

nem vem que num...

eu ia escrever algo tal qual sentia, ou pensava. mas agora desisto por não querer que qualquer alma viva leia meus pensamentos. nem vou dizer por quê desisti de escrever nem muito menos o que, ou sobre o que iria escrever. penso um monte de coisas e isso se acumula, isso é certo. e tem hora que isso tem que sair. não, não estou puta. mas também não tão passiva. na verdade também não direi como estou. quanto atrevimento querer saber isso. só digo assim: se há um, há o oposto. e se permanece desse jeito, seja lá como for, há muito tempo às vezes pode ser que dure pra sempre. mas veja lá, às vezes. a certeza é uma burrice. quantos ditados populares existem por causa disso? nem sei dizer e nem é preciso. eu só queria dizer justamente o que não mais quero. que fique subintendido ou nem isso. neste momento nem é minha inteção me fazer entender. só espremo tudo num coador valita e vejo o que sái de lá. às vezes nem açúcar. eu só queria cortar meu cabelo e me enchergar renovada. talvez perder peso até. e me lembrar que meu pai tinha razão quando falava de gilberto gil. justamente foi assim. adriana do calcanhar sabia de tudo o tempo todo e nem pra avisar. e o pior é que avisou e eu até decorei. então como explicar-me? fica assim, no ar. por que já disse que num vou dizer nada! só isso pra me aliviar.

quarta-feira, abril 11, 2007

minha personalidade?

minha pessoa costuma ser meio complexa às vezes, assim como todo mundo, creio. e apesar de não conter as fotos mais adequadas foram escolhidas as mais próximas, claro. foi meio que passar o tempo mesmo, distrair, já que num fui à aula hoje...

segunda-feira, novembro 20, 2006

agressividade

HOJE VAMOS FALAR SOBRE MODA!!

Você já ouviu falar sobre uma banda relativamente nova que está fazendo sucesso até no estrangeiro? Calma, eu falo o nome. 'Cansei de ser sexy'. Permitam-me um comentário, puts que parildas! O trem é ruim de com força! E conheço uma pá de gente que gosta disso... Vai entender?

Entre as modas não posso deixar de citar algumas coisinhas:
Sabe o calor de verão quando faz-se 35 graus, e você se encontra em tal situação, a maiorira delas em lugares públicos e debaixo do sol, que o seu maior desejo é de tirar toda aquela roupa e ficar curtindo um nu refrescante debaixo de uma sombra de árvore? Áh, se estiver dizendo que não tem vontade de fazer isso é um puta mentiroso! E então você olha para todos os lados à procura de não sei o quê para aliviar aquela sensação e adivinha o vê? Puts! Pessoas de preto, coturno, cabelos tampando toda a ventilação possível nos lugares mais quentes, assim como a nuca. Então você olha para aquelas pessoas que passariam um ótimo inverno ou outono vestindo tais roupas e simplesmente sente mais calor! Dá pra imaginar? É um terror psicológico. Àh........

Mas no fim, à tarde, por que ainda estamos em tempos molhados, cái daquelas chuvinhas gostosas e você finalmente se refresca. Ô delícia. Eis a recompensa.

quinta-feira, outubro 26, 2006

cinema, sentimentalidades? e pombas, não urubus!

Quando fiz este novo blog [diga-se de passagem bem passageira, é o terceiro da série] imaginei-me postando somente sentimentalidades poéticas, cheias de drama e corações dilacerados ou coisa parecida. Mas vejam só que minha alma pseudo-jornalística e crítica em essência não me deixaram nem deleitar-me lentamente com tamanha pretensão. Pretensão apenas pois eu nunca poderia entregar-me assim somente a esses assuntos sentimentais. Oras, iria definhar-me e o resto seria mesmo só história. Pronto, chega de drama barato e cafona de minha parte. Tenho vontade de escrever sobre tudo e todos! Entretanto não sei bem se esta energia toda vai durar muito tempo... aiai! rs. E creio que no final de tudo, e ainda bem em breve, estarei de volta às minhas sentimentalidades.

cinema não, vídeo!
Recebi num dia desse no meu e-mail que quase não olho [aliás, quem num tem um desses?] um pequeno vídeo com os seguintes dizeres de acompanhamento: "achei lindo de morrer! essa menininha é uma gracinha!!!". Tudo bem, poderia ser qualquer coisa besta, daquelas que um amigo manda só de sacanagem e você tem que abrir se não morre de curiosidade. Mas talvez isso não tenha passado pela minha cabeça porque o remetente não costuma me mandar coisas desse gênero besta brincalhão. Abri. Esperei baixar o vídeo. Coloquei pra rodar. Nossa! Uma menininha japonesinha cantando uma música também em japonês. A coisa mais linda dos últimos tempos vindas da internet. E agora, depois de vários comentários mútuos com a tal remetente do e-mail, ela me manda o resto do vídeo que está disponível no you tube. Gracinha demais!! rs....

pombas
Você sabia que a época de reprodução das aves, ou da maioria delas, é de agosto a dezembro??? Pois é! E como toda boa cidade histórica [com a incrível exceção de Diamantina, que segundo meus olhos observadores não foi registrado nenhum vestígio pomboresco pelas ruas ou ruelas de pedra e nem embaixo de qualquer marquise ou estruturas telhadescas de igrejas e casas históricas] é apinhada de pombas, o reboliço das danças e rituais de acasalamento é grande por essas bandas. Mas não são somente as pombas, há serviço para muitas passarinhas na construção de seus ninhos. Gravetos, folhas secas, que nessa época abundam, são bem cotados na bolsa de valores aviária. Há também aqueles espertinho que ficam sempre à espreita para roubarem os ninhos dos outros, mas isso não vem ao caso. Os cânticos acasalásticos e barulho de engenharia ninhástica tomam contas das manhãs, lá por volta de seis e meia da matina. Neste horário normalmente já estou a caminho da faculdade ou, no caso de final de semana, dormiiiiiindo. Eis 'lo milagro de la vida!'. Apesar de todo o barulho chato em alguns momentos... rs

terça-feira, outubro 17, 2006

afinal, vida é cheia de fases, não?
talvez esteja eu entrando em uma nova.

mas vou saber somente daqui pra frente.

sempre em frente... e tão somente.

;^)