segunda-feira, maio 28, 2007
sexta-feira, maio 18, 2007
scales, scales and scales...
Rafael Mendez -
Flight of the Bumble Bee & Mexican Hat Dance
Madeleine Peytoux - Careless Love
Olha o violão dela, um Gianini velhaço do tamanho do meu...
de Mariana Lima - 20:30 1 disses
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sábado, maio 12, 2007
primeira semana
Olá meus caros e minhas caras e coroas! Tudo certo por aqui e algumas novidades por conta da primeira viagem turnéctica da flor Hypólita.
Saímos da capital na segunda, dia sete, rumo a Caratinga. Mais ou menos umas seis horas de viagem, e isso porque o motorista fez um caminho bem longo. Chegamos por volta das oito horas noturnas para um jantar bacana com o pessoal da produção. No dia seguinte as atividades estavam marcadas apenas para começar às duas da tarde, e como não tínhamos muito o que fazer montamos as coisas um pouco mais cedo. A noite chegou e as pessoas vinham de todos os cantos. A apresentação correu num ritmo meio lento, a platéia não parava de falar, alguns problemas na sonorização, microfonias, interferências. E o principal, o grupo estava um pouco desunido, desconcentrado. Mas acabamos e desmontamos tudo. Por volta das onze e meia o jantar já estava sendo servido e nós todos muito cansados e tristes com a ruim apresentação do dia. Todos os problemas e as possíveis soluções eram comentando minuciosamente naquela mesa enquanto a comida ia e vinha. Fomos para os aposentos um pouco tarde, porém a programação do dia seguinte pedia pontualidade. Iríamos partir para João Molevade na próxima manhã precisamente às 8 matinais.Carro pronto, bagagem, tudo. Chegamos com o tempo muito estranho em João Molevade. Estava um chove num chove danado e a produção estava tentando achar um plano B se caso chovesse. Almoçamos preocupados com a chuva. Depois fomos direto para a montagem do cenário. Quanto mais se avançava a tarde, os ventos se revoltavam e pareciam querer levar tudo embora. Nos preparamos mais cedo para podermos nos concentrar melhor. Uma reza e troca de energias positivas, o que não ocorreu no dia anterior e o principal fator que desencadeou uma má apresentação pela minha opinião. Apesar dos ventos e da equipe de produção quase toda ter tido que segurar o cenário, o espetáculo correu melhor que na noite anterior, mas alguns pequenos problemas técnicos ainda nos deixaram um pouco nervosos. Nada de morrer, mas erros são erros. Mas, talvez o público, mais comportado que no dia anterior, nem tenha percebido. A viagem do dia seguinte não necessitava ser tão cedo o que foi bom pra dormir um pouquinho mais. Prontos às 9 horas e rumo a Itabira.
Chegamos ao hotel e os quartos não estavam liberados ainda. Fomos almoçar e os quartos ainda estavam sendo arrumados. Fomos então ao reconhecimento da praça do dia e voltamos ao hotel para nos organizar antes da montagem do cenário. Um dia mais tranqüilo apesar do frio para o qual me encontrei desprevenida. Muitos transeuntes. Um palhaço local tentando entrar pro projeto, coitado, foi frustrado. Mentes mais relaxadas e experientes em relação à peça. Muita conversa e agilidade na montagem e preparação de tudo. À noite a concentração antes do espetáculo foi mais detalhada e mais longa. Energias mais conectadas. E correu tudo bem. A técnica toda funcionando e tudo mais. O único problema foi que uma das convidadas da platéia não quis ir até o palco e isso deve ter atrasado o espetáculo nuns cinco minutos ou mais, entretanto foi muito bom por que a platéia toda interagiu mais e mais com a peça e a história. Logo, foi o melhor dia pra nós...
Como a noite anterior acabou bem tarde depois de muitas pizzas a sexta-feira começou também mais tarde por conta de um tempinho a mais de cama para todos. Saímos às dez horas de Itabira rumo Belo Horizonte. No meio do caminho muita conversa e especulações sobre onde iríamos almoçar, mas o telefone toca e somos avisados de um acidente na BR que engarrafou quilômetro e quilômetros de estrada fazendo-nos a cortar pela cidade de Caeté. Para quem não conhece, eu explico: a estrada de Caeté é como uma montanha russa, cheíssima de curvas e muito, muito ruim de passar quando se está com muita pressa. Então já viu né?! Uma de nossas colegas até passou mal tendo que parar um pouco e tomar um Dramin. Então com a passagem por Caeté, Sabará estaria no roteiro sem dúvida. Então fiquei por cá, Sabará City. Cheguei em casa por volta das 12:50 do dia 11/05 morta de fome e tontinha ainda da estrada. ... E eu ainda não tive saco de desmontar minha mala toda, estou indo por etapas...
terça-feira, maio 01, 2007
terça insana
Esse personagem eu não tive a oportunidade de ver ao vivo, mas é um dos melhores que já ví no you tube. Muito bom.
de Mariana Lima - 11:39 4 disses
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sábado, abril 28, 2007
hypólita
quarta-feira, abril 25, 2007
últimas
de Mariana Lima - 06:54 1 disses
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sexta-feira, abril 20, 2007
cachorro também é gente
Minha cachorrinha, que nem é tão cachorrinha assim mais, é uma graça.
Outro dia eu estava a ir por alguma ração para ela.
Ela, ao me ver, saiu correndo pelo mato do quintal e eu fiquei sem entender.
Mas esperei que voltasse para fazê-la o último carinho.
Então vem correndo toda desajeitada meio de banda com uma meia maçã na boca.
Coloca as patinhas encima do portão com a fruta na boca me mostrando aquilo.
Aquela fruta que tinha ganhado mais cedo para se deliciar.
Áh, ela adora frutas!!
E veio me mostrar aquela tamanha preciosidade do dia.
Eu quase morri de tanto orgulho, como uma mãe morre quando o filho dá o primeiro passo.
Era tão linda a cena e eu adorei aquilo.
Fiz muito carinho nela e depois ela foi dormir tranquila.
Minha cachorrinha é tão linda...
Ai ai...
de Mariana Lima - 06:58 1 disses
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domingo, abril 15, 2007
violins - ' why? '
... até certo ponto um pouco de beck, ou jeff buckley? ...
áh vai! A n d r e w B i r d ! !
de Mariana Lima - 10:59 1 disses
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quarta-feira, abril 11, 2007
minha personalidade?
de Mariana Lima - 10:14 2 disses
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quarta-feira, abril 04, 2007
mania de escritora
Uma vez fui escrever um texto prum concurso desses que tem por aí. Uma das premissas era de que o texto teria de ter dez páginas. Minha vida de escritora era tão curta e relapsa que o desafio foi muito grande. Tudo bem, eu não sabia disso e mesmo assim assentei-me em frente à tela e usei toda minha criatividade para discorrer sobre o assunto, que diga-se de passagem não fui eu quem o escolheu, claro, era um concurso. Como mal consegui preencher as dez folhas foi daí que me veio a idéia de que eu nunca conseguiria escrever um romance. De que só sirvo para escrever pequeninos contos, e nada mais. Ainda penso assim, mas talvez seja mais pelo fato de que não tenho muita paciência de ficar parada em frente à maquina simplesmente escrevendo.
Sabe, sempre escrevi quando me dava vontade, sem aquela obrigação [seja qual for...]. Escrevia simplesmente para me esvaziar, colocar coisas no papel tais que não saía falando por aí, coisas que não teria com quem falar. Escrevia poemas depressivos demais para conseguir ler depois. Contos estranhos como filmes do Tarantino. Escrevia, escrevia, sozinha no meu canto, fosse na sala de aula, fosse no meu quarto em casa. Uma caneta tinteiro preta que sempre entupia, um papel, fosse qual fosse. Escrevia assim e minha adolescência esvaia-se junto com a tinta preta. O bom, ou menos ruim, é que esse meu estilo foi por um tempo curto. Com quatorze anos a gente é meio boba demais sabe.
Então permeei-me no mundo virtual com um blog. Fui abandonando a caneta, mesmo por que ela não desentupia mais e não tinha mais a vontade de me recolher aos cantos para ficar escrevendo pensamentos depressivos. Descobri outras coisas, assim como a poesia inventiva. Como eu nunca consegui entender as vertentes literárias, inventei meu estilo de escrever, tal que deve se encaixar logicamente em algum estilo, mas que eu nunca me dei o trabalho de descobrir ou limitar-me a este. Afinal, como uma forma de arte se limita em estilos? Digo, a arte é libertadora ou não? Ou escrever literatura não é arte? É como na música, aquele que se limita a um estilo só musical é besta, por que é justamente limitado demais para criar coisas novas. Artista que é artista não se limita, ora. Ele pode sim ser classificado dentro de um estilo, mas isso só depois de todas as obras feitas e avaliadas. Creio que ele não se preocupa com isso ao fazer, creio que nem se preocupe com isso nunca. Quem tem esse encargo são aqueles coitados dos críticos de arte.
Não tenho qualquer pretensão em me determinar como escritora. Estudo jornalismo e isso é o bastante para me fomentar a escrever e enfim escrevinhar. Tudo bem que nessa função a gente escreve muita coisa que não quer. Sobre assuntos que não nos interessamos e que não vemos quem se interesse por isso, mas continuamos ali, escrevendo. Pelo menos como desafio próprio, do tipo 'meu deus, será que vou conseguir fazer um texto bom com esse tema tão ruim?'. Entretanto me limitar somente a este tipo de fomento é um tanto castrante. Prefiro continuar a escrever sobre frivolidades e importâncias minhas. Assim pelo menos nunca vou me render somente ao factual jornalístico. Tenho imaginação também...
Enfim, não sou escritora, mas escrevo. E isso será o suficiente? Por enquanto... E só escrevi isso tudo por causa de um texto do Steve Martin que li no site da revista Piauí. ... aiai...
de Mariana Lima - 10:15 2 disses
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sábado, março 31, 2007
Logo, cloncluo:
Indo mais além, dentro de casa e nas conversas com amigos o trabalho não sái de pauta. Até quando reclama a culpa é do excesso da labuta. Viver e trabalhar. Viver para trabalhar... Trabalhar pra viver não é mais o interesse primitivo. Comprar o carro mais bacana, a roupa mais legal, o tênis que absorva mais impacto (e mesmo que não precise!), a bolsa da estação, o celular mais evoluído tecnológicamente, etc, etc... e não acaba mais. Compra-se do trabalho... trabalha-se para comprar.
Conclusão 2.0: Talvez por eu ser um ser pobre e não pertencer à classe assalariada (ou seja, não esperar o dinheiro no fim de todo mês... logo, não saber se vou ter... nunca saber!) tenho essas idéias. Entretanto não restritas a mim e/ou àqueles de mesma condição vivente.
Conclusão 2.1: Dou mais valor às relações inter-pessoais do que às estritamente inter-profissionais. Logo, quem trabalha comigo tem ao menos um nível sutil de pessoalidade com minha passoa. E somente àqueles que não combino (coisa de energia e empatia, sabe) mantenho-me restrita à profissionalidade.
Conclusão 2.2: O ser humano antes de ser trabalhador é e sempre será um ser humano. É isso.
de Mariana Lima - 15:15 1 disses
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terça-feira, março 27, 2007
humor meio reverso
que ri de se ver cair
mas inevitável o riso
de Mariana Lima - 07:04 0 disses
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domingo, março 25, 2007
rebate-deira
Meu espanhol é meio deficiente [mal compreendi seu último post] , mas rebatendo o teu comentário:
Sem desvalidar suas palavras, mas andar um caminho só acho que a gente sempre anda, pois num tem jeito de andar vários caminhos juntos. Digo, fazemos escolhas tais que resultam num caminho só, e sim, muitas vezes não é o caminho que mais nos agrada daí fazemos outras escolhas e mudamos a rota, a direção. Entretanto o caminho é um e pronto. E essas direções é que temos de tentar, não é? Sempre mudando. Porém, creio que alguém em algum lugar numa época qualquer já conseguiu tomar um rumo sem mudar a rota nunca... quanta segurança! E esse talvez tenha encontrado aquele que ele sabe bem que é.
É isso que eu queria pra mim
saber do início ao fim.
Sem pestanejar, lamentar
sofrer ou especular.
Ter certeza e só acertar.
Não errar nunca
e só curtir...
Mas sabe-se, a felicidade não é normal, e nem a certeza!
No final acho que falamos as mesmas coisas... Podemos dar um dãr pra mim ou continuarmos os devaneios... rs
de Mariana Lima - 19:50 1 disses
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quinta-feira, março 22, 2007
fundo de cá
pois é
nem sei
o sentimento é meio vago
nem sei se é amor
mal correspondido
tamanha a vontade de amar...
pois é
nem sei
pressentimento meio vago
mal sei se é solidão
e não ter ninguém
tamanha a vontade de me juntar
ái meu caso esse!
marasmo esse meu...
e mesmo com tudo a fazer
e todos envolta
"eu preciso andar um caminho só
vou buscar alguém que eu nem sei quem sou"
e apesar de minha alma estar cinza
e apesar de mesmo sem eu querer
coloro pra não parecer
que estou amarga preto e branco
de Mariana Lima - 21:03 2 disses
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