terça-feira, março 10, 2009
quinta-feira, março 05, 2009
Onde está você?
Onde está você que vai me pegar na saída da faculdade?
Que vai me presentear com um bombom derretido de calor?
Que vai rir comigo do penteado matinal... rs.
Que vai me pedir pra apagar a luz.
Que vai me dizer verdades incoerentes.
Que vai me irritar nos finais de semana.
Que vai fazer mexido na madrugada para nos abastecer.
Que vai ouvir minhas canções.
E vai dizer sinceramente o que acha delas.
E vai entender minhas coisas loucas.
E vai querer me ter por perto.
E vai me escrever mensagens poéticas.
E vai ler as minhas.
E vai achar tudo muito natural.
E vai conversar sobre a relatividade das coisas sem qualquer certeza.
E que eu vou fazer carinho.
E vou contar os pipinos.
E vou contar piadas sem graça e vai rir de mim...
E vou ouvir os pormenores.
E vou fazer chá quente com torradas pra nós.
E vou te encontrar.
E a gente vai ser feliz. rs
de Mariana Lima - 17:51 6 disses
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quinta-feira, fevereiro 26, 2009
carna em vão
Agora vêm algumas considerações carnavalescas e um pouco de ressaca de feriado prolongado. Sinal disso é q grande preguiça de voltar ao dia-a-dia normal. Faculdade, afazeres e compromissos.
É assim, em Sabará City o carnaval de rua é um dos mais famosos da região e, creio que, não perde pra nenhuma Ouro Preto ou Diamantina. Mas eu mesma não saí fantasiada não. Preferi esse ano só ver as fantasias dos outros. E não e arrependi.
O mais comum nessas ocasiões é ver homens vestidos de peças desconectas femininas. Um horror só, rs. E ainda tem peruca, batom borrado, suor, cerveja, e papo de bêbado. Eleve isso ao quadrado (ou cubo?) e já estaremos no fim do dia. Mas não se tratando dos sem criatividade, acho que a melhor fantasia foi de namoradeira... rs.
Na verdade num tenho muito a dizer... Estava morrendo de preguiça de carnaval, mas quando saí na rua pra ver me animei de novo... E é sempre assim... rs.
Hum... de volta ao mundo real...
de Mariana Lima - 08:25 2 disses
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domingo, fevereiro 15, 2009
Her Morning Elegance - Oren Lavie
de Mariana Lima - 17:52 2 disses
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terça-feira, fevereiro 10, 2009
Dois dias
Já fazem dois dias que não o vejo. Saiu pela porta nervoso. Bateu com tanta força que achei que ia desfazê-la em migalhas. O meu coração ta assim, em migalhas. E pra piorar ele some.
É que brigamos, sabe. Feio. Acho que toda briga é feia, aliás. Sabe daquelas que num tem nem culpado e as partes saem igualmente machucadas? Pois é. Foi uma dessas. São as brigas mais difíceis. Mais dilacerantes.
A casa é nova. Não, não é propriamente nova, mas é nova pra mim. Acabei de me mudar. Não dava mais pra viver com aquelas meninas. Criavam muitos problemas pra mim. Já estava entrando em colapso quando vi o anúncio no jornal. Telefonei umas três vezes pra conseguir falar com o vendedor. Foi quando ouvi a voz dele pela primeira vez.
Ele parecia gentil, suave, sabe. De primeira só gostei da voz, mas quando nos encontramos, pra ele me mostrar a casa, foi outra coisa. Outra sensação, outra... Não sei descrever. Minha pulsação aumentou e minhas pupilas se abriram atentas. Uma adrenalina controlada e profundamente prazerosa. Não havia nunca experimentado tamanha sensação. O que foi isso?!...
Então conversamos um pouco. Ele me mostrou o ambiente e me falou da vizinhança. Sem perceber eu já estava deixando os cabelos me caírem sobre os olhos charmosamente. Minha postura mudara e meu modo de falar nunca esteve tão comedido. Nem percebi, mas fazia charme pro tal moço. E ele... ele percebia.
Ele é assim mais ou menos da minha altura. Os cabelos lisos despenteados e por cortar. A barba é realmente mal feita, creio que não haja tempo. O vestuário é simples. Calça jeans e camisa de uma cor só. Nesse dia era verde, minha cor predileta. Os olhos são um pouco caídos mas com um ar de brincadeira. Nada nele parece ser pesado ou sério demais. Nada nele parece ser difícil ou ruim.
Aí meu charme deu certo. Saímos algumas vezes. Outras mais e já estávamos o suficientemente íntimos, rs. Ele é uma graça. Faz coisas que nunca vi homem nenhum fazer. Quando vem pra cá sempre me traz uma florzinha que eu boto num vasinho na sala. A casa fica mais bonita quando ele vem. O tom de amarelo de fim de tarde permeia o ambiente. Fica lindo.
Mas, faz dois dias que não o vejo. Ontem me deu a sensação de que nunca mais o verei. Hoje o fim de tarde foi azul frio. E... Um minuto, a campainha tocou. Vou ver.
... Pronto! Num preciso mais me preocupar. Ele chegou. Vamos conversar e acertar as coisas. Depois mando notícias. Bejos.
Este texto foi inspirado num ensaio fotográfico que minha irmã, Juliana Buli, fez no Prado, bairro onde mora em BH. Visite o site dela e descubra suas outras artes.
de Mariana Lima - 21:18 2 disses
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quinta-feira, fevereiro 05, 2009
Mostra de Tirandentes 2009
Eu já tinha decidido ir pra mostra deste ano ainda no fim do ano passado. Aí fiz minha singela inscrição em uma das oficinas, e meio sem acreditar que seria selecionada esperei o veredicto. Por que é assim: a gente faz a inscrição, escreve um breve currículo e os interesses, e espera ser selecionado ou não para fazer a oficina. Então na segunda semana de janeiro recebi a resposta. Fui selecionada.
Ótimo! Muito bom mesmo! Era uma oficina de muito interesse meu e a primeira vez que ia baixar em Tiradentes para curtir a sua incrível Mostra de Cinema de Tiradentes. Então planejei segundo minha curta grana possibilitava. E fui.
A oficina foi de Trilha Sonora no Cinema, com o querido David Tygel (fala-se Daví Tigél mesmo, sem sotaque gringo). Uma ótima e enriquecedora experiência. Muitas dúvidas resolvidas e pessoas interessantes conhecidas.
Muito bem, era uma mostra de cinema. Também fui ao cinema, rs. Mas infelizmente posso dizer que os filmes que vi só mesmo um longa documental me satisfez e alguns curtas. O longa foi "Hotxuá", de Letícia Sabatella e Gringo Cárdia. Ótimo conteúdo estético e intelectual.
Hotxuá é uma espécie de sacerdote do bom humor. Uma figura que tem o papel de clown dentro da tribo. Que tribo é essa? São os Krahô, situados no estado de Tocantins. O mais interessante é que nunca tinha visto isso antes, o inovador sobre o assunto do documentário, que também trata dos antigos e já tradicionais problemas dos indígenas na terra de brancos. Mas essa parte a gente quase esquece quando entra na brincadeira e começa a se deliciar com as peripécias do Hotxuá. Suas brincadeiras e o sorriso são cativantes.
Até que em certo momento um clown branco chega na tribo e ele e o hotxuá trocam figurinhas. Um momento emocionante e muito bem construído pelos realizadores do filme. Uma visão cultural que nunca tinha visto no cinema ou mesmo na TV. E é uma coisa tão doida ver que a mesma pessoa que faz uma papel numa medíocre novela global pode fazer um produto destes. Estão de parabéns.
Além deste também vi o tal premiado no Festival de Brasilia, "Filmefobia", de Kiko Goifman. Um filme desconcertante mas não muito construtivo ou transformador para minha pessoa. Trata-se da história de um cineasta que está há anos filmando um filme sobre uma espécie de verdade: o encontro do fóbico com sua fobia. Assim cria-se várias situações em que os fóbicos entram em contato direto com os objetos pelos quais têm fobia. Uma cobra, ratos, sangue, altura, borboletas e outras coisas mais. Algumas cenas perto do terror barato, outras de dar muito nervo mesmo.

No dia seguinte, na discussão sobre o filme, depois de falar muito sobre a fobia e pouco sobre o filme, a mensagem final é de que na verdade o filme é uma grande esculhambação. Isso mesmo... Agora, esculhambação com quem? Com quê? Com aqueles filmes de terror ou com eles mesmos? Que por falta de um roteiro melhor resolveram fazer uma coisa dessas? Minha conclusão é que é um filme que se discute a verdade da cena e da interpretação, nada mais. O tema poderia ser outro, mas escolheram a fobia... uhm...
A verdade mesmo é que num consegui assistir a muitos filmes. Gostaria de ter visto mais, mas o tempo foi curto e as distâncias dificultaram, já que fiquei numa pousada linda longe do centro da cidade. Além disso, o horário da oficina competia com algumas interessantes exibições.
Mas, não menos importante ou emocionante, além dos filmes rolou muita música! Principalmente choro e samba. Num bar se encontrava todo dia uma galera pra fazer um som muito bom. E eu, de quebra, aproveitava pra me divertir tocando pandeiro ou tamborins improvisados de latinhas, rs. Muito bom.
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As outras coisas à mostra
No hall da tenda, onde fizeram uma sala de cinema com capacidade para 600 pessoas, era um ambiente de descanso e de muita paquera. Deixe-me explicar. Uma figura muito singular, do sexo feminino e aparentando já ter passado há um bom tempo dos 40 anos. Ela percorria os metros de extensão do local à caça de moços bonitos. Ao avista-los, chegava junto. Sem medo nem piedade. Uns aceitavam por educação o seu papo. Outros nem se davam o trabalho. Outros ainda pareciam gostar de receberem certa atenção e conversavam durante muito tempo.
Fato é que de rapaz em rapaz ela levava um fora. Uns mais discretos. Outros com nenhuma pena. Outros ainda só ignoravam. O problema é que a cena se repetia, de fora em fora. No fim ela se contentava com as dezenas de cães que vagavam por entre os frequentadores do local. Na noite seguinte era a mesma luta e talvez o mesmo resultado.
Na minha última noite já tinha até me simpatizado com a jovem senhora. Sua persistência inabalável me surpreendia cada vez mais. Então bati esta foto. Mas, por razões éticas fica oculta a nossa personagem.
terça-feira, fevereiro 03, 2009
graveolando
Foi num dia assim, daqueles que a gente fica meio sem fazer nada. Minha irmã me veio ao telefone chamando para ir a um show gratuito tal de uma banda de nome curioso. A banda eu conhecia de nome, e o lugar já era manjado. Nos encontramos lá e meu janeiro tinha a primeira boa notícia: Graveola e o Lixo Polifônico.
O Teatro Francisco Nunes receberia casa cheia naquela noite. Posicionado num local confortável, o parque municipal, e sem interferências sonoras externas, é um dos teatros que mais gosto em BH. O show era de lançamento do disco do pessoal e parece que a divulgação foi boa, por que a casa simplesmente lotou.
E eu estava lá do lado de fora com minha irmã fazendo planos sonoros e imagéticos quando finalmente as portas foram abertas. Nos sentamos num lugar relativamente distante do palco, mas não menos bom. E aos primeiros acordes e efeitos sonoros já sentia que seria uma bela apresentação.
Foi assim, com o som do mar através de um teclado, sinserros e copinhos descartáveis... Imagens, filmes, fotos projetado ao fundo acompanhando os sons. Um violão, uma flauta e o clima estava todo ali. Dando os primeiros passos de uma bela canção. "Do Alto" começou e eu arrepiei. Mas aquele arrepio bom, que a gente sente quando toca fundo... mesmo que seja do alto...
Foi assim... mas o que eu não podia imaginar (talvez por desconhecer a existência da banda e da personalidade de suas outras músicas) é que aquele clima não era para sempre. Soava muito sério. Não parecia, afinal, mais um lixo polifônico. Então vieram sambas, boleros e tangos... Muita escaleta e percussão pra não se botar defeito. Talvez seja essa a 'Graveola' do grupo...
Já o 'Lixo Polifônico' fiquei a matutar. Escutando o álbum em casa pude perceber algo mais que no show, em alguns momentos, passava despercebido. Trechos ou referencias gritantes de canções conhecidíssimas, como "Chovendo na Roseira" de Tom Jobim, tangos do Piazzola, "Garçom" do Reginaldo Rossi, canções de domínio popular e outras que nem sei agora... Ao ler algo a mais no site do pessoal essa conclusão ficou justificada com as próprias palavras dos gravioleiros.
Penso então se essa escolha sonora foi realmente uma coisa estudada e friamente calculada. Ou se transformou nisso pelo fato dos tais compositores perceberem tamanha presença de suas influencias sonoras nas respectivas composições. Assim, com medo de dar nome a algo que já existe e chamar de seu resolveram dar essa justificativa... Penso. Não sei. E na verdade não quero saber. Deve ser daquelas coisas que descobrimos mesmo só em análise, rs. Mas gostei da idéia toda, rs...
Fato é que o som do Graveola é bom e altamente recomendável. É tudo de uma estética por mim invejável... rs. O cd então... tem uma capinha muito fofa, rs.
É isso. Ouçam. Comprem. Vão aos shows!
sábado, janeiro 31, 2009
terça-feira, janeiro 20, 2009
carta
é que seu chêro me tonteia. seu pelo, sua cor. então me explica por que, se tô aqui inteira e você parece não me ver. mesmo que me olhe sempre no fundo do olhos, intensamente. é que seu cheiro me tonteia. sua pele, sua cor. qual a química que te deixa assim? e eu quase me rendo toda. quase por que num sei ainda se posso. se você pode... ah, como eu queria que se rendesse logo a mim.
de Mariana Lima - 18:03 2 disses
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quarta-feira, janeiro 14, 2009
notas
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Alanis Morrissete vem ao Brasil em uma cambada de cidade, inclusive a capital mineira. E vai ser num dos piores locais para acústica, visibilidade e confortabilidade da cidade. Não tenho grana. E tô nem aí...
A turnê é do novo álbum. Não ouvi... inda vou. Gosto dela.
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Não assista jornal. Assista a debates. Assista cinema. Na maioria das vezes são mais fiéis à realidade do que o tal 'jornalismo'. [ex: Paradise Now]
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Prévias do Grito Rock [ festival de rock de acontece simultâneamente em inúmeras cidades latino-americanas na época do carnaval] acontecendo por aqui. Não fui em nenhuma. Não por falta de vontade, mas por falta de cabeça... Ainda têm três por vir. Irei em alguma com certeza.
Um dos coletivos que está à frente do festival por aqui, mais precisamente em Sabará, é o Fórceps. Pelo blog da trupe é possível acompanhar as prévias e outros pormenores.
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Eu (fazendo meu possível) e uns amigos faremos a cobertura do festival. O melhor e o pior da 12ª Mostra de Tiradentes logo estará na Divisa.
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Preciso de um estágio remunerado. Doações? Qualquer coisa... rs. Trabalho remunerado. Urgente.
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domingo, janeiro 11, 2009
sábado, janeiro 10, 2009
quinta-feira, janeiro 08, 2009
pra ela
é sim
você ir...
assim
não mais um sorriso
ou aquelas farras de criança
não mais uma nova palavra
ou desenhos, ou livrinhos
mas, sei
num bom lugar está
olhando pra cá
pra quem ficou e sente muito a sua falta
e nas fotos, o sorrisão
vai sempre nos fazer lembrar
de como é clara a tua alma
e como foi feliz por aqui
e ao ouvir tua canção
todos vão saber
de como era amada
tanto bem querer
voe alto por onde for
leve e linda
e se lembre sempre
daqueles que sempre vão te amar.
pra Aninha, de todo meu coração.
de Mariana Lima - 12:47 2 disses
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sábado, janeiro 03, 2009
quinta-feira, janeiro 01, 2009
O ano que passou por nós
Acho que nunca fui de ficar recordando o que fiz nos anos passados, rs. Essa coisa de fazer listas, top 5, top isso ou aquilo. Não que eu ache ruim, mas por que minha memória às vezes deixa de lado certas experiências que com certeza deveriam ficar nos tops... e também num tenho muita paciência de ranquear as coisas... Mas, fora os 'tops', hoje vou escrever um pouco sobre 2008, um ano de número muito agradável, gostoso de escrever e de falar.
Olhando assim pra trás e pensando cronologicamente parece que num fiz nada demais. Acho que a sensação é sempre essa. De que foi mais um ano e você num fez nada para melhorar sua vida. Mas lembrando do reveilon anterior e de como estava me sentindo, acho que a vida melhorou bastante.
Trabalhei bastante com coisas que gosto e os resultados foram ótimos. Conheci pessoas bacanas e pessoas chatas. Umas... amigas pra toda vida, outras... nunca mais. Me acabei com noites mal dormidas, com farras inacabaveis... Me alegrei com coisas pequenas e me engrandeci assim. Toquei violão pra xuxu e viola de cocho e percussão. Chorei de emoção. Perdi o fôlego ao ouvir canções. Fui a shows incríveis! Comprei cds ótimos (bons investimentos) e baixei milhões de outros pela web.
Perdi muito tempo fazendo nada. Faltou tempo para fazer algumas coisas. Não gripei forte, só brandamente. Não me apaixonei. Não me perdi, mas perdi alguns bens materiais. Não revi certas pessoas, outras nem vi de fato. Esperei demais outras, mas não vieram... e nem sei.
Compus muitas canções. Comecei a grava-las mais seriamente, mas descobri que gosto mesmo é de fazê-las. Cantei muito mas não perdi a voz. Viajei muito mas achei pouco. Engordei pouco mas achei muito. Comi muito... e foi muito, rs. E pra fechar esse ano redondo cortei radicalmente meu cabelo! Segundo minha irmã "mãos de tesoura", ficou moderníssimo... Ah... só falta eu me acostumar, rs
E para esse ano que começa hoje, espero que tudo continue bom e nesse caminho mesmo. Assim vai ser mais fácil me sentir feliz. Alegre ao menos, rs. Que os sonhos e desejos não realizados até então venham à realidade enfim. E que isso se estenda a todos na verdade, rs.
Uhu! rs
de Mariana Lima - 19:18 0 disses
mais sobre: considerações, despedida, vida
