segunda-feira, março 12, 2007

tempo

Tempo rei, ó, tempo rei, ó, tempo rei
Transformai as velhas formas do viver
Ensinai-me, ó, pai, o que eu ainda não sei
Mãe Senhora do Perpétuo, socorrei

Apesar de tudo e de todas as coisas [ai, adoro essa frase...he]...
não, não é por aí que eu ia começar...

Apesar de todas as aflições [melhorou...]
ái essa nova vida...
O tempo que me falta
e o amor que tirou férias.
O dinheiro que me tarda
e a conta que emagrece.

Ao menos,
e apesar de todas as outras coisas [hehe],
ô coisa boa:
a arte continua correndo nas veias
e o bom é que corre ligeiro.

2 comentários:

Maria Renata disse...

Quem fica com o tempo?
Eu faço dele meu!

Carlos disse...

tu também acabou escrevendo sobre o tempo...

e eu também tenho orgulho de ter um pouco de artes nessas veias aqui. felizmente.