terça-feira, setembro 11, 2007

nem vem que num...

eu ia escrever algo tal qual sentia, ou pensava. mas agora desisto por não querer que qualquer alma viva leia meus pensamentos. nem vou dizer por quê desisti de escrever nem muito menos o que, ou sobre o que iria escrever. penso um monte de coisas e isso se acumula, isso é certo. e tem hora que isso tem que sair. não, não estou puta. mas também não tão passiva. na verdade também não direi como estou. quanto atrevimento querer saber isso. só digo assim: se há um, há o oposto. e se permanece desse jeito, seja lá como for, há muito tempo às vezes pode ser que dure pra sempre. mas veja lá, às vezes. a certeza é uma burrice. quantos ditados populares existem por causa disso? nem sei dizer e nem é preciso. eu só queria dizer justamente o que não mais quero. que fique subintendido ou nem isso. neste momento nem é minha inteção me fazer entender. só espremo tudo num coador valita e vejo o que sái de lá. às vezes nem açúcar. eu só queria cortar meu cabelo e me enchergar renovada. talvez perder peso até. e me lembrar que meu pai tinha razão quando falava de gilberto gil. justamente foi assim. adriana do calcanhar sabia de tudo o tempo todo e nem pra avisar. e o pior é que avisou e eu até decorei. então como explicar-me? fica assim, no ar. por que já disse que num vou dizer nada! só isso pra me aliviar.

2 comentários:

' Jaya . disse...

Eu também não vou falar nada. E tenho dito! Rs.

Só espero que o post tenha te dado o alívio que você procurou. E que você esteja bem. Só isso.

Beeeeeeijo.
:*

Cybersein disse...

Eu tinha por princípio nunca me expor no meu blog, a não ser que conseguisse transformar um fato numa história. Aí tive momentos de criatividade escassa, porque você sabe que ninguém é criativo em horário comercial, de segunda a sexta. Mas voltei a produzir mais quando passei a me expressar sem me preocupar em pôr bastante de mim mesmo. Como você diz, sem se explicar, deixando vir algo que sentimos ser necessário para nós naquele momento. Acho ótimo. Abração!