2 anos na divisa...
Uhu!!!
Acho que vou dar uma festa...
de Mariana Lima - 22:26 3 disses
mais sobre: feliza aniversário
Então o Indie passou e eu acompanhei quase que cada passagem, cada passo. Das 121 sessões durante os 7 dias de festival, dos 134 filmes de 17 países consegui assistir apenas a 10 longas. Do jeito que deu assisti ao máximo, mesmo com sono ou outras programações pendentes... Persisti.
Nas filas muitas conversas e pessoas novas a todo o momento. Talvez o mais interessante de festivais... conhecer pessoas e trocar contatos e as mais variadas informações. Rever amigos e levar outros desacostumados à boa cultura e, no final... boas conversas na mesa de um bar.
A contabilidade final do Indie deste ano foi bem positiva. Dos 10 filmes que vi posso dizer que pelo menos a metade valeu muito a pena. Uns talvez foram no momento errado, outros eu nunca recomendaria a ninguém vê-los, coisa de gosto. Mas uma coisa é certa: uma mostra de cinema independente com uma qualidade como essa é muito gratificante e estimulante. É uma prova de que bons filmes podem ser feitos das mais diversas condições, financeiras e técnicas.
Segundo meu ranking pessoal farei aqui a ordem crescente em qualidade, para que no final tenhamos uma bela sobremesa!
de Mariana Lima - 16:43 1 disses
mais sobre: cinema, comentário geral, considerações, crítica, cultura, indie
de Mariana Lima - 13:59 2 disses
mais sobre: cinema, recomendo mesmo
Me sinto distante de todos
assim como se fossem ameaças
mas talvez quem seja mesmo
sou eu.
As voltas e meias
no varal e nas janelas
por onde eu vá ou veja
um cinza e chuva gélida.
O que acontece nem sei
só aconteceu e comigo
será o tempo ou meu coração
que esqueceu mesmo de amar?
Ou isso nem seja amor
só mesmo um jeito de ser
distante, parado
como se o movimento do mundo fosse o bastante.
Lembro de uma fala
de que tudo passa
mas se passa isso tarda
pois o tempo voa!
de Mariana Lima - 20:46 2 disses
mais sobre: poema que voa
Estou largando o estágio para tratar das minhas coisas. Em breve entrarei em processo de gravação das minhas canções, para em seguida disponibiliza-las aqui na Internet. Agora, como a gravação será caseiríssima, eu não faço a mínima idéia de quando isso estará pronto, rs. É preciso paciência... daqui e daí.
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Novas idéias surgem a cada segundo para um novo projeto. Há duas semanas a empolgação está tomando boa parte de meus pensamentos para o desenvolvimento deste. Mas, infelizmente não posso adiantar mais nada além de se tratar de um projeto relacionado à música e seu processo de produção. Aguardem.
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Uma das coisas mais interessantes da faculdade tem sido a disciplina que trata do neoliberalismo. Já ouviu falar sobre isso? Pois é... uma loucura, rs. Uma verdadeira aula de história que me deparo a cada dia com mundos diferentes e completamente desconhecidos por mim. Aula de hoje? México. E a incrível informação: lá existe um movimento dos indígenas que discute o neoliberalismo usando a Internet! E o mais incrível!! Como um grupo rebelde e situado no meio da floresta (que agora não me lembro o nome) consegue se comunicar com o mundo utilizando a Internet? Ficou curioso? Acesse: http://www.ezln.org.mx/ .
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Estou me reciclando tecnologicamente. Tomando vergonha na cara e tentando entender como funciona essas coisas que você agora encontra em todas as páginas... Assim como rss (esse é fácil, rs), tecnorati, delicious, podcast (até hoje não consegui usar tal ferramenta, rs), twitter... etc. A cada dia eles inventam uma coisa nova e a gente fica pra trás... aff.
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Acho que é isso. Por enquanto... rs.
Manolo's Funk
Foi com um evento pequeno e tímido que as atividades começaram em 2007, a primeira edição do Festival Escambo. Muita chuva, um lugar apertadinho e um público ainda um pouco perdido. O Escambo I não conseguiu nem dar idéia do que viria acontecer meses depois. Foi quando realizou em praça pública o Minas Instrumental, donde saiu umas das revelações da música instrumental dos último tempos: o 4.
A banda é formada por amigos meus, que apesar de terem tocado durante toda a vida em outros projetos sempre senti certa insatisfação por parte deles na música. Depois de vê-los tocar pela primeira vez, logo percebi que nascia ali um grande projeto, profissional ou até mesmo de vida de cada integrante.
4de Mariana Lima - 11:45 0 disses
mais sobre: comentário geral, música, recomendo mesmo
é assim
sempre falta um ás
uma grama de atração
uma vírgula de ão
o que há
hão de ser em vão
em paz
um pão
pode ser
nada má
ser mão
de cá
quanto falta
e eu na maré
só de esperar
com dor no pé
de Mariana Lima - 16:13 2 disses
mais sobre: poema que voa
É certo que a sensibilidade e a incrível inventividade melódica de Marcelo Camelo não são nenhum mistério. Não é assim a toa que o moço é consideradíssimo por todos um grande compositor e tudo o mais. Não acho ele um gênio, mas é realmente incrível! Dá até inveja, rs, aquela da boa sabe.... rs.
Sou é seu novo cd, ou será que seria nós?... uhm, mais uma boa tirada. E mais, está disponível em parte nesse endereço, gratuitamente. Adoro essa coisa de disponibilizar música gratuitamente pela net...

Sou parece uma carta de férias no Caribe ou no Rio... Daquelas que mandamos pra alguém que gostamos demais enquanto vivemos um momento pulsante na vida. É um sorriso calmo no rosto sereno com gosto de limonada geladinha no beijo. É aquela dorsinha de solidão de fim de tarde com cheiro de chuva. É um assovio solitário numa caminhada pelo parque olhando os pés passarem por meio-fios e gramíneas verdes. É um abraço gostoso e revigorante com uma lata linda de biscoitos amanteigados...
Marcelo parece leve, sem amarras de qualquer categoria. Mostra-se todo. Pelado. Parece o amor, assim sem protagonista, só o sentimento. Mesmo a solidão não abala o coração nem o afunda na depressão. Apesar de dizerem que é um disco depressivo... não. É aquela solidão normal, inerente, que todos vivemos um pouco. Aquela de escrever poesias sozinho no quarto escuro e comer uma barra inteira de chocolate ao leite. Seu violão está mais violão que nunca... uma graça. Uma pena é às vezes pouco se ouvir a voz dele, ficou baixa demais em alguns momentos.
Hurtmold é sutil e na medida necessária para emocionar a mais cândida das almas tolas desse mundo, rs. Já conhecia a banda de anos e anos atrás, mas me esqueci dela durante muito tempo pra me surpreender novamente agora. Lindos timbres e um jeitinho de balanço que me faz quase chorar. Parceria gostosa como goiabada cascão e queijo canastra. Doce de leite com queijo e coco...
A participação de Mallu é lindinha demais, quase do jeitinho que ela parece ser na vida real. Aliás, parece maduro demais pruma menina de 16 anos que gosta muito de folk e tem um voz linda pro inglês. Parece não ser a Mallu que canta Tchubaruba, parece ser uma moça cheia dos amores passados na vida. Mas, sei lá, só parece, rs.
Dominguinhos é, como sempre, incrível. Sou fã e a-do-ro acordeom. Simplesmente. Assim como os próprios Dominguinhos e Camelo.
Sabe aqueles suspiros? Ahh... de se dar durante todo o disco (apesar d'eu ter ainda somente as 10 faixas livres da net, mal posso me segurar de vontade de ouvir o resto, rs)...
Próximo passo? Vou ali colocar o som bem alto (alto) na sala de estar e afastar os móveis pra dançar daquele jeito meio desengonçado, o mais gostoso... e comer uma barra de chocolate ao leite com castanhas do Pará, rs.
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Pra finalizar? Escolhendo um hit? ... uhm... um não, dois! “Menina Bordada” e “Mais Tarde” E um grande abraço de parabéns pro Marcelo e Hurtmold! Valeu!!!
de Mariana Lima - 14:17 5 disses
mais sobre: música, recomendo mesmo
Se entre olharam...
- Desculpa, mas não desce.
- Faz uma forcinha.
- Num dá pra engolir!
- Mas por quê?
- Não sei... deve ser aquele olhar de peixe morto... ou a bichesa que não sai pra fora...
- Ái, quanto preconceito!
- Preconceito que nada! Só acho ele um bocado arredio demais, forçando amizade. Não é do tipo de gay que eu e dou bem...
- E todo bicha tem de ser extrovertido?
- Não! Mas ele me irrita... rs
- Na verdade também nem gosto dele.
- Hahahahaha. Tá vendo?
- Hehehehe... pois é.
Então acabou. Assim, de uma vez. Duas últimas apresentações e pronto, foi-se mais uma etapa. Nos despedimos do Mercantil do Brasil Cultural 2008 assim...

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Concepção, dramaturgia e direção geral:_ Bruno Godinho
Assistente direção e colaboração de texto:_ Débora Mazochi
Direção/consultoria musical:_ Fernando Muzzi
Trilha sonora original:_ Bruno Godinho e Mariana Lima
Direção teatro de sombras:_ Suzana Louzada
Elenco:_ Bruno Godinho, Camilo Rocha, Fernanda Linsk, Jéssica Tamietti, Luisa Goreti, Mariana Lima e Michelle Braga
Iluminação:_ Henrique Machado e e Joana D'Arc
Cenografia:_ Bruno Godinho e Juliana Buli
Preparação vocal:_ Valéria Braga
Oficina "O Corpo do Ator":_ Vanessa Alves
Assistente direção musical e vocal:_ Mariana Lima
Concepção e confecção de figurinos:_ Juliana Buli
Confecção de perucas (espuma):_ Camilo Rocha
Cenotécnica:_ Nilson Santos
Maquiagem:_ Cacá Zech
Confecção narizes de látex:_ Anita Fernandes
Coordenação de produção:_ Bruno Godinho e Luisa Goreti
Produção e realização:_ CIA DE YEPOCÁ
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Agora, que venham outras apresentações por aí. Se você se interessou, entre em contato com a produção da Cia de Yepocá.
Quer relembrar como foi a temporada MBC 2008 de Milenium? Clique aqui então.
Um criado mudo uma vez me disse que no mundo muitos iguais a ele existiam, mas por estar sempre no canto da parede pouco os via.
Ao ver na programação o nome e foto de Ricardo Herz não pude imaginar o que me esperava na Casa de Ópera de Sabará. Os cabelos rebeldes, desgrenhados e o violino em posição podia ser somente mais um desses músicos que fazem um estilinho despojado, mas na verdade não tem nada de diferente ou bom. E creio que as outras pessoas que desconheciam o músico pensaram parecido a mim.
O show foi no Sabará Musical Edição Cordas, produzido pela Bangalô Produções e patrocinado pela Natura. No projeto é mostrada uma atração local, no caso foi de um grupo de músicos representantes da Orquestra Santa Cecília, na qual toquei durante 2 anos. Logo depois a atração principal que na grande maioria das vezes é um grande nome da música instrumental, que infelizmente nem sempre é conhecida pelo público presente.
Eis que entra ao palco os quatro músicos um pouco acanhados. Os primeiros compassos de bateria não contam o que vem pela frente. De repente tudo se transforma em pura energia e descontração, o que dá o tom da noite e contagia toda a platéia. Ao fim da primeira canção, agora sim, é possível prever o que vem pela frente.
Tom Jobim, Milton Nascimento e Pixinguinha... Todos com uma leveza e descontração irrefreáveis. Inimagináveis até que aconteçam. Lindo e espetacular. Até que toda a platéia nem se contém, bate palma junto, sorri e podia até chorar. Depois de cada música me sentia quase num estádio de futebol, era tamanha a vibração dos ouvintes, atônitos ao mesmo tempo extremamente participativos.
A palavra de ordem no fim das contas era "mais um, mais um", ou quem sabe "mais dois, mais três"?! Mas teve um único bis, rs. Tristeza minha e de mais alguns. Mas teve ótimo! rs
Na saída não pude me conter e comprei o primeiro CD do rapaz, "Violino Popular Brasileiro" . Lindo, claro.
*Fotas: M a r i a n a L i m a
de Mariana Lima - 14:31 3 disses
mais sobre: música, recomendo mesmo, show
Afinal, o que é essa tal de moda? Essa coisa toda de estar sempre se vestindo supostamente bem e com tudo de mais novo no mercado. Apesar de muitas vezes aquela blusinha da vovó guardada no fundinho do armário nunca perder seu charme. Ou isso tudo seria mesmo só mais uma forma de se identificar com os outros? De se incluir num grupo de pessoas, naquela descolada tribo urbana.
Fui ao shopping hoje. Pois é, eu fui...rs. E como de costume não pude comprar nada. Não que não pudesse comprar uma blusinha que fosse. É que a oferta sempre é tão grande e são tantas as opções que além de ficar um pouco desnorteada com aquela sensação de que há sempre em outra loja o mesmo produto mais barato. Além disso, ir a um centro comercial deste calibre me desperta a reação de repulsa a consumir todas essas coisas.
Assim eu entro pela porta, bato minhas pernas olhando vitrines, constato que ali não existe vida real e vou-me embora pela mesma porta. Mas não pense que é tão tranqüilo assim! Não pense que estou imune às propagandas, às promessas, às belezas estéticas mais avançadas. A verdade é que fico um pouco mal comigo mesma, como se a culpada fosse eu. E é justamente essa a sensação que aquele que vende quer que sintamos. E a gente se sente uma porcaria não é?!
Então vêm cartões de crédito com as contas que se dividem suavemente durante tempos a perder as próprias vistas. Por 10x sem juros ou 15x no cartão. Daí por diante. Entretanto por esse lado posso até dizer que consigo me safar quase sempre.
Enfim, é de doer esse consumismo todo e sua influencia negativa na vida da gente. As dívidas, o carro do ano, o tênis do mês, as parcelas e os juros. É preciso ter cuidado... rs.
E eu ia colocar aqui uma foto ou talvez um vídeo. Mas acho que carece não... Não vou fazer propaganda pra ninguém. Ham!!
\\nos fones// _ J o s h R o u s e
de Mariana Lima - 13:26 3 disses
mais sobre: comentário geral
foto: Mariana Lima